A Portuguesa

Úr Wikipediu, frjálsa alfræðiritinu
Stökkva á: flakk, leita

A Portuguesa er þjóðsöngur Portúgals. Hann var skrifaður af Henrique Lopes de Mendonça (texti) og Alfredo Keil (tónlist) eftir endurvakningu landsins þegar Breta lögðu afarskilmála sína fyrir Portúgali (þar sem kveðið var á um brotthvarf Portúgala frá Angóla og Mósambík). A Portuguesa var tekinn upp sem þjóðsöngur landsins þegar fyrsta lýðveldið var stofnað í landinu árið 1910 og tók þar með við af 'O Hino da Carta'.

Titill þjóðsöngsins merkir Portúgalar (í kvenkyni) í merkingunni 'söngur Portúgals'.

Ljóðið[breyta]

I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente e imortal
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
II
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o teu solo jucundo
O oceano, a rugir de amor,
E o teu Braço vencedor
Deu mundos novos ao mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
  Þessi menningargrein er stubbur. Þú getur hjálpað til með því að bæta við greinina.